Vinicius Matos

junho 29, 2008

Manu…. Alberto….

Filed under: . — Vinicius Matos @ 5:25 am

Como é bom fotografar…….

Sobretudo quando o fotografado é amiga, companheira de longas e antigas jornadas…

Sorriso estampado, pequena e agitada…

Agora Manu é menina séria, na verdade sempre foi mas agora é Sra. Manoela…

Melhores amigas…

Espelho espelho meu…

Bom gosto…

É agora…

Tem mais gente que curte fotografia…

Tem gente que torce…

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junho 27, 2008

Caridade ainda que tardia!

A verdadeira caridade é praticada em segredo. O melhor tipo de caridade é aquele em que quem a faz ignora quem a recebe, e quem a recebe ignora quem a faz.

Textos Judaicos

Em meio a pobreza um Oásis…

Centenas de crianças valorizam aquilo que para muitas passa desapercebido…

Alegria que contagia…

Almas boas…

Pequenos saciados…

Silêncio…

A paz ao contrário da guerra é movida pela fome!

junho 19, 2008

Juju Jones

Filed under: . — Vinicius Matos @ 8:14 pm
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Artista ela, minha filha!

Fogo

Filed under: . — Vinicius Matos @ 3:02 pm
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É a visão que tive da minha janela da sala na terça-feira a noite. Fascínio e tristeza ao mesmo tempo, sentimentos antagônicos ao ver mais uma porção de cerrado sendo consumida pelas labaredas.

junho 15, 2008

Festa do Divino – Belo Horizonte

Se não podes entender, crê para que entendas. A fé precede, o intelecto segue.

(Santo Agostinho)

junho 14, 2008

Para Sempre


Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

Fotografia conceitual

Uma contribuição da minha amiga e fotógrafa Consuelo Abreu. Vale a pena conferir o site de Misha Gordin!

http://bsimple.com/home.htm

junho 13, 2008

Preserve

Quando a última árvore tiver caído,
Quando o último rio tiver secado,
Quando o último peixe for pescado,
Vocês vão entender que o dinheiro não se come

Greenpeace

junho 5, 2008

Confira o vídeo da La Foto BH no You Tube

Foi incluído hoje no acervo do YouTube o vídeo da La Foto. Não deixe de conferir!

junho 4, 2008

LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO

Filed under: . — Vinicius Matos @ 4:13 pm
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Degustação de vinho em Minas

– Hummm…

– Hummm…

– Eca!!!

– Eca?! Quem falou Eca?

– Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?

– Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de
trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que
enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas…

– Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!

– Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?

– Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me
cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá
isso tá!

– Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!

– O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando
o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?

– Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende?
Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor
aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça,
deitar o vinho e, então…

– E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!

– O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no…

– Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!

– Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje,
por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens…

– Hã-hã… Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta…

– O senhor poderia começar com um Beaujolais!

– Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!

– Então, que tal um mais encorpado?

– Óia lá, ocê tá brincano com fogo…

– Ou, então, um suave fresco!

– Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de
meter um tapa na sua cara desavergonhada!

– Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!

– Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo! Num é questão de
tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro,
qui inté rima com brabuleta…

– Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?

– E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?

– Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e
macio, acertei?

– Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!

– Mole e redondo, com bouquet forte?

– Agora, ocê pulô o corguim! E é um… e é dois… e é treis! Num
corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha
fedorenta!…

Luiz Fernando Veríssimo
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