Vinicius Matos

novembro 30, 2008

Grátis

Dois e-books (livros eletrônicos) que encontrei na net hoje. Ambos com dicas bastante úteis para os usuários do software Photoshop Lightroom 2.1

O mais bacana é que são grátis. Ambos foram feitos por Joe Barret que não cobra nada mas aceita doações.

Abaixo seguem os links para download

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Volume I

Volume II

É só pedir que ela clica sozinha

Os usuários da marca CANON poderão a partir de dezembro fotografar remotamente por comando de voz. O queeeee? É isso mesmo, basta você comprar o software SHUTTERVOICE e pedir que sua câmera EOS atende!

Abaixo segue um demo do software que custa apenas 30 doletas! Bagatela não?

Maiores informações envie um email para seu criador, Mr. Scott ( scott@shuttervoice.com ) ou entre no link

Espero que não inventem um fotógrafo virtual!

Ausências

Um trabalho extremamente impactante de um fotógrafo argentino chamado Gustavo Germano, cujo título é AUSÊNCIAS. Ele mostra com suas imagens os desaparecimentos de pessoas causado pelos criminosos argentinos durante a ditadura militar.

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novembro 29, 2008

É assim que me sinto…

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…mesmo que não demonstre toda vez que um ex colega de faculdade ou uma pessoa que não sabe detalhes da minha vida profissional me pergunta:

– Você tá só com a fotografia mesmo?

Hoje no aniversário de uma coleguinha de escola da Júlia me perguntaram isso pela centésima vez. Por isso vou falar bem alto para todo mundo ouvir.

Estou sim, só com a fotografia! Só??? Só não, a fotografia é que paga meu condomínio, meu IPVA, a escola da Júlia. Foi ela que comprou meu carro novo. É ela que paga minhas viagens, meus hobbies e meu plano de saúde. Ela é a minha profissão. Sou fotógrafo e professor de fotografia. Me formei em Administração, fiz duas especializações que me ajudam muito na gestão da minhas duas empresas (La Foto e Escola de Imagem) mas minha profissão hoje é de FOTÓGRAFO e me orgulho muito disso.

Hoje com a fotografia dá pra ter uma vida confortável. Tudo depende do seu grau de profissionalismo. E digo mais, há muito médico, advogado e dentista vendendo o almoço para comprar a janta ou trabalhando 18 horas por dias em plantões e consultas remuneradas por plano de saúde para que consigam viver bem.

Esse post tem o intuito de dizer para os que fazem esse tipo de pergunta que abram suas cabeças e respeitem outras profissões, mesmo as não regulamentadas como a minha.

Não to mais bravo. Desabafei. Um bom fim de semana a todos!

The Bride was beautiful

Um dos ingredientes que procuro valorizar na minha fotografia é a emoção. Ela vêm e toma conta. Registrá-la é dar a ela a oportunidade de ir e vir livremente. Isso é mágico. Quanto mais emoção captada, mais realizado me sinto. Me torno importante na vida das pessoas que fotografo simplesmente por ser uma ferramenta que as permite sentir aquilo tudo novamente.

Recebi ontem este ensaio de uma grande amiga por email. Ele me fez chorar já que as imagens e a estória estão impregnadas de emoção. As foto são do fotógrafo americano Romain Blanquart. Ele ganhou o prêmio de Honra ao Mérito no concurso Best of Photohournalism de 2006. Muito merecido por sinal. O nome do ensaio é “The Bride was beautiful”.

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A moça da foto se chama Katie Kirkpatrick, de 21 anos. Ao lado dela está o noivo, Nick, de 23. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005 nos Estados Unidos. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma destas sessões.

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Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos estarem apresentando falência e ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar do máximo de detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.

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Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que namorou desde a adolescência.

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Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, ouve o marido e os amigos cantarem para ela.

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No meio da festa Katie tira um tempo para descansar. A dor a impede de ficar de pé por muito tempo.

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5 dias depois Katie morreu. Ela não deixou a doença tirar suas esperanças. Seu casamento foi lindo e ela provou que dar amor e recebê-lo faz com ele nunca morra. E foi assim que Katie venceu o câncer.

novembro 28, 2008

Tô com raiva da XUXA

Filed under: Pessoal — Vinicius Matos @ 3:33 pm
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Enquanto a Ana fazia as unhas eu, com o laptop e a juju no colo, entrei no youtube e coloquei as músicas preferidas dela tais como BARNEY e BACKYARDIGANS. Depois resolvi colocar a XUXA com a música dos patinhos.

O resultado? Juju chorou de tão triste é a música. Na verdade deu escândalo. É uma sacanagem da XUXA faze uma música que os patinhos todos desaparecem! Fiquei grilado e coloquei de novo a música. Pra que???? Ela pulou do meu colo chorando.

Logo após descobri que a música é triste e de mau gosto mesmo. Dá uma sacada no vídeo! Xuxa, você é má demais! Volta com os patinhos!

Mães

Mães, geralmente é a vocês que cabe a educação dos filhos,
sobretudo no capítulo modos à mesa, arrumação do quarto etc.

Não sejam preguiçosas! É mais fácil fazer que ensinar.
Mas tenham coragem, ensinem.
E comecem cedo para que os bons hábitos se tornem
uma segunda natureza e não um procedimento
para se ter só na frente das visitas.

Seja rigorosa! Eles vão te odiar às vezes.
Você vai querer esganá-los freqüentemente.
Faz parte entre as pessoas que se amam.
Mas um belo dia alguém vai dizer o quanto seu filho é educado,
prestativo, gentil, querido. Você vai desmaiar de surpresa e
felicidade.

Eu nunca me esqueço daquela história da mãe que
se dirigiu a uma especialista em boas maneiras para saber com
que idade ela deveria colocar seu filho no curso. Ao saber que o
filho estava com três meses de idade ela respondeu: “Mas talvez
já seja muito tarde!”.

Não morra de vergonha se seu filho der um vexame
na frente dos seus amigos.
Não valorize os erros nem dê bronca em público.
Nunca trate a criança com se ela fosse uma débil mental,
elas entendem tudo!

Use sempre um bom vocabulário.
Isso aumenta a capacidade lingüística das crianças
e não fique para morrer de culpa se algum dia precisar
frustrar seu filho, tipo promessa que não pode ser cumprida,
etc.
Apesar do que dizem os especialistas, uma frustraçãozinha de vez
em quando prepara a criança
para aprender a suportá-las quando no decorrer da vida elas
infelizmente acontecerem.

O palavrão. É dito por todos.
Até em televisão, escrito nos jornais, etc.
Pretender que uma criança não repita é puro delírio.
Vamos moderar.
Mas a regra de ouro seria:
palavrão na linguagem corriqueira uma coisa,
mas não pode ser usado jamais na hora da raiva, da briga.
Isso vale também para os adultos.

Ensinem, obriguem seus filhos a cuidarem da bagunça que fazem.
O copo de Coca-Cola? De volta pra cozinha.
A revistinha que acabou de ler? Para o quarto.
Os milhares de papeizinhos de Bis? Amassar e jogar no cinzeiro.

A lista não tem fim porque a imaginação de uma criança para
instalar o caos onde quer que esteja é também infinita.

Alguns mandamentos:
Não sair pra se servir correndo na frente dos outros.
O ideal, aliás, seria que as crianças até certa idade fizessem
as refeições antes dos adultos, com as mães ali ao lado,
patrulhando as boas maneiras.
Não deixar cair um grão sequer na mesa.
Não encher demais o prato. Há fome no mundo, etc, etc…
Se encher que coma tudo.
A partir dos cinco anos, não cortar a carne toda de uma vez.
Cinco? Talvez eu tenho exagerado. Sete.
Não misturar carne com peixe.
Macarrão com farofa, etc. isso é cultura.
Pedir licença pra se levantar quando a refeição terminar,
pode alegar que precisa estudar, para evitar aquela tortura de
ficar na mesa até a hora do café.
Um suplício.
Não bater a porta do quarto com estrondo nem quando brigar com o
irmão.
Só gritar se for por mordida de cobra.
Ou ficar mudo ou estático dentro do elevador.
Não chamar a amiga da mãe de tia.
Alias não chamar ninguém de tia a não ser
as tias de verdade.
E só pra deixar bem claro: tia Rosina, tia Helena, nunca tia
só.
Eu adoro bebes! Quando começa a idade da correria,
eu confesso que já adoro um pouco menos.
Eu tenho que dizer isso bem baixinho pra não ofender as mães.
Vamos então falar dessa fase sublime:
Elas gostam de passar no espaço de quinze centímetros que existe
entre o sofá e a mesa, brincam de pique numa sala de dois por
três.
Colocam a cadeira na frente da televisão,
se penduram nos lustres, pintam as paredes da sala,
o teto e etc, etc e tudo aos gritos.
Eu penso que esta talvez seja a fase de maior energia do ser
humano.
Ah, é a idade das guerras de travesseiros, das almofadas que
voam pela janela.
Jovens pais adoram essas traquinagens.
Tudo bem.
Mas não ache tão estranho se alguns de seus amigos
não curtirem tanto quanto você essa fase tão adorável dos seus
filhotes.
Crianças são difíceis mesmo, é preciso muita paciência pra
agüentar o que elas freqüentemente aprontam.

Mas as crianças crescem, e um dia querem trazer
a namorada pra dormir em casa.
Dinheiro para o Motel só se você der.
Então o que fazer?
Claro, a gente compreende a situação mas francamente,
ter que cruzar no corredor com a gatona despenteada
de camiseta e escova de dente na mão talvez perguntando:
“Tia, dá pra me emprestar uma escova de cabelo?”
OK, dá. Mas e se você tem três filhos?
Vão ser três gatonas?
Acho que eu liberaria a casa nos fins de semana
e iria dormir no sofá da casa da minha mãe,
de um amigo, no banco da praia, deixando a garotada à vontade.
Eles e eu numa boa.
Mas só ate domingo às dezenove horas, nem um minuto a mais.

Mesmo os filhos mais modernos costumam ser caretésemos em
relação as suas próprias mães.
Portanto, vá anotando, na frente dos filhos:
Mãe não namora, não toma mais de um drink,
não fala que acha o Jeff Bridge um tesão.
Perdão! Mãe não pronuncia essa palavra.
Nem sabe o que quer dizer.
Não usa mini-saia, não pode adorar Madona,
só pode gostar de Roberto Carlos, Julio Iglesias.
Eles te amam, mas essas preferências sempre incomodam.

Nem amigos comuns se deve ter por precaução.
Portanto quando o destino colocar vocês na mesma festa,
pareça o que eles querem que você seja, anule-se.
Tenha pouca, pouquíssima personalidade.
Faça o tipo distinto e alegre, se possível, use uma peruca
grisalha. Seja discreta e assexuada, tenha poucas opiniões, se
enturme com os mais velhos e trate os mais jovens como se fosse
assim uma tia simpaticona, nada mais. Ria das historias deles e
não conte nenhuma sua.
Mãe não tem passado.
Só fale de receitas, crianças, se ofereça pra levar um vestido
na costureira pra consertar, tenha bons endereços pra fornecer.

Dicas de cozinha, conte como era o mundo do seu tempo,
seus filhos vão adorar e depois dessa festa, vá correndo tomar
um whisk duplo no bar do Bonju pra não ter um enfarte.

Em compensação, na frente dos netos, faça tudo que não deve e
muito mais!
Netos costumam adorar avós, digamos, fora dos padrões.
É que eles sabem que vão poder contar com elas
como fortes aliadas nas crises de caretice dos pais.

Cruel? Não… apenas verdade.
E mais: Isso é que faz o Equilíbrio da Vida.

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Putz grila!

Mais um vídeo feito pelo mestre Vincent Laforet com a EOS MarKII. Será que é pegadinha?

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Clique aqui

novembro 27, 2008

Perdeu o manual de instruções?

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Clica aqui que você acha! Só não tem o manual de instruções das mulheres. Elas já vieram de fábrica sem. No entanto não vivemos sem elas, não é verdade?

Hoje no programa do Jô

Não perca hoje no programa do Jô a nova entrevista com o fotógrafo Márcio Scavone!

auto-retrato

Bob Wolfenson - por um tempo achei que era auto-retrato!

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